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Música ~ Banda Lupa ~ Publicado por Débora Borges em 16 de December de 2017

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“Ergam suas taças, eu vou derramar meu coração…”

Brasília tem amor. Em forma de gente, de projetos bacanas e, definitivamente, em forma de bandas! E quem se atreve a dizer o contrário, definitivamente não conhece BSB <3

“Deh, você só sabe falar de banda?”. Não. Para falar a verdade – e deixando a modéstia completamente de lado – sei falar sobre muita coisa! Mas insisto no tema música / bandas porque, no fundo, no fundo, gosto mesmo de falar sobre o que mexe com meus sentimentos… e a ‘cena’ musical de BSB toca a minha alma!

Então, nada melhor do que voltar com o blog falando sobre o que amo, não é mesmo?

É muito didicil falar de uma banda sobre a qual tantos já falaram e continuam falando – porque eles são fodas . QUALQUER coisa que eu venha a dizer vai soar repetitiva. Isso é um fato.

Eu estou há meses pensando num post sobre essa banda, mas sempre empaco no meio do raciocínio e acabo deixando pra depois…

Ontem, após assistir mais um show deles, entendi que talvez eu sempre travo porque amor a gente sente – não necessariamente descreve. Talvez eu precisasse de um tempo para deixar todo esse sentimento “assentar” no peito para poder, enfim, tentar coloca-lo em palavras.

Com isso em mente, esse não é um post para propriamente divulgar a banda… até porque, para saber mais da formação e sobre o trabalho, basta jogar o nome deles no google e vocês vão se deparar com uma enxurrada de matérias legais que contam mais sobre eles – talvez num viés um pouco mais “técnico”.

Esse é um post para falar de sentimento; de amor e de gratidão.

Meu amor pela Lupa é relativamente recente. Conhecia um som ou outro um brinde às madrugadas de insônia procurando novos artistas no youtube e NUNCA conseguia ir em um show deles ou ver um inteiro pensem numa novela hahahahah .

Eis que surgiu a campanha de financiamento coletivo pro cd da Lupa e resolvi “embarcar” – divulgando e contribuindo com o que eu podia.

“Mas Deh, por que você contribuiu num projeto de uma banda que você nem conhecia direito?”

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BlahBlahBlah Kalo – Filhos do Vento Publicado por Débora Borges em 30 de September de 2016

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Quem é vivo aparece… e volta trazendo dica boa para compensar o sumiço de alguns meses hahaha

Há duas semanas, resolvi passar no CCBB aqui em Brasília com minha sobrinha admito, fui lá só para procurar Pokemon hahaha e, dando uma olhada na programação cultural, descobrimos uma montagem da Cia Os Buriti – Teatro de Dança. Tinha compromisso no dia em questão, mas prometi para a Letícia aka minha sobrinha que retornaríamos no dia seguinte para ver a peça. Melhor decisão que eu tomei naquele fim de semana!!!!!

Eu não me recordo da última vez que vi uma peça tão linda, tão leve e tão respeitosa como Kalo – Filhos do Vento.

A montagem é baseada em texto de Maurice Durozier e celebra a riqueza cultural e histórica dos ciganos por meio de suas lendas e histórias tradicionais. Em Kalo, acompanhamos a história da cigana Suki – uma contadora de histórias que quer salvar a memória de seu povo – e de Baxt – um “fantasma”, também conhecido como a sorte cigana que a protege ao longo de toda a sua trajetória. Não vou falar da história porque o nome disso é spoiler hahaha Não quero estragar nada para quem possa resolver conferir a peça nesse fim de semana ;P

Kalo encanta não só pela história, mas pelo modo como é contada; a Cia Os Buriti usa o teatro de sombras e música original, executada ao vivo palmas e mais palmas para os músicos, para nos envolver no universo de Suki e Baxt. Transitamos entre o mundo real e o imaginário, enquanto acompanhamos a viagem da contadora de histórias ‘pela Europa’. As danças e músicas envolvem adultos e crianças nesse universo mágico e praticamente não vemos a hora passar.

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BlahBlahBlah Senta aqui, vamos conversar! Publicado por Débora Borges em 15 de April de 2016

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Hey people :D What’s up??

Muita gente fica me perguntando o motivo pelo qual meus posts no blog não são constantes. A resposta é sempre a mesma: não tenho tempo. Por mais que seja uma resposta bem sincera, ela não condiz com toda a realidade.

Estava prontinha aqui pra fazer um post sobre minha wishlist desse mês ai mudei de idéia; resolvi fazer um post sobre o porque das minhas constantes ausências – no blog, nas redes sociais e na vida de pessoas das quais eu gosto muito <3

Adianto, então, que esse será um post bem pessoal! Beeeeeeeeeeeem pessoal! hahaha

Apesar de ser bem falante, eu sou bem reservada com as minhas coisas com os meus sentimentos . Por mais que as pessoas me conheçam e sejam muito muito muito próximas a mim, as vezes elas nem ficam sabendo de coisas que acontecem comigo – não pelo fato delas não se importarem, mas porque eu não dou abertura mesmo ^^” my bad

Um dos motivos pelos quais sou meio reservada é: não gosto que me coloquem no papel de vítima. Porque eu claramente não sou vítima de ninguém e de nenhuma situação. Mas vocês já reparam como as pessoas te colocam no banquinho de vítima quando sabem de alguma coisa que aconteceu com você? Ai elas vem automaticamente com o velho “ohhhhh, tadinha”, dando tapinhas nas suas costas.

Gente, eu respeito e entendo que é uma reação natural. Mas não dá pra mim, eu só me sinto pior com isso! Não quero gente indiferente do meu lado, não é isso! Só não gosto da “dramatização” das situações porque, no meu caso, eu acho que isso não me ajuda em nadinha! Eu não sinto “pena” de mim, eu consegui entender meu contexto e corro atrás – diariamente – para muda-lo. O tempo que eu poderia passar sendo vítima, eu prefiro passar agindo para mudar as coisas!

Dito isso, deixa eu contar uma coisa pra vocês! Que 2015 foi um ano difícil pra mim, não é segredo pra ninguém! Agora que no fim do ano eu fui parar no psiquiatra – por vontade própria – poucas pessoas sabem. Eu precisava de ajuda e não queria deixar a situação chegar num estado em que o caminho de volta fosse bem mais tortuoso e complicado.

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Food [Food] Chez Pop! Publicado por Débora Borges em 4 de April de 2016

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Hellooooooo, it’s me….. parei XD

Hoje o assunto não é maquiagem, não é lançamento de nada, não é relacionado a moda nem nada do tipo. O tema hoje é GORDICE <3 vamos combinar que a que vos escreve é especialista em comer besteira!

Vocês eu não sei, mas eu AMO pipoca! De um tanto que não dá nem pra explicar. Ano passado eu estava batendo perna em um shopping aqui de Brasília (Conjunto Nacional) e me deparei com um quiosque só de pipoca *____________* CLARO que parei, experimentei, comprei, levei pra casa, comi, dei de presente (já já explico hahaha) e entrei em relacionamento sério com as Pipocas Gourmets da Chez Pop!

No site da Chez Pop é possível saber um pouquinho mais sobre a marca :) Ela surgiu em 2015 para oferecer pipocas de alta qualidade, cuidadosamente elaboradas para proporcionar momentos de felicidade e bem-estar. Leveza e alegria são os principais ingredientes das pipocas Chez Pop. Sério, é impossível ficar triste comendo essas pipocas XDDD

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Seu slogan é “Saveur de la joie”, quer dizer “Sabor de alegria”. É diretamente inspirado na expressão francesa “joie de vivre”, que denomina uma maneira leve de abraçar a vida, buscando a felicidade nos menores e mais simples momentos. Chez Pop é isso: Saborear a vida com leveza e alegria.

A Chez Pop trabalha com Pipocas Premium nos sabores: Paçoca a única que eu não comi porque tenho alergia a amendoim :( , Caramelo, Chez Pop (leite em pó) amor em formato de pipoca! , Caramelo Mix aquela colorida! e Canela que eu juro pra vocês que tem gosto de CHURROS!!!!!! .

Com exceção da pipoca de leite em pó, todos os sabores são livres de lactose e são todos sem glúten também :) Fora que as pipocas da Chez Pop são livres de conservantes e gordura trans.

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